quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

E e o Outro

Olá amigos, voltei após algum tempo ausente.

Hoje falar-vos-ei do "Outro" e do "Eu". Foi o tema que demos nas aulas de CP (Cidadania e Profissionalidade), um tema que à partida parecia ser fácil e na realidade, deparei-me que havia sido um tema que nunca havia sequer pensado, " A importância do outro no meu dia-a-dia".

Nossa identidade é moldada devido ao outro, esse outro, começa por ser nossa família, que nos ensina a andar, falar, a ser autónomos, mas as o outro que nos rodeia, como vizinhos, colegas, professores, também têm a sua quota-parte na criação de nossa identidade, assim como nós somos o EU, também somos o Outro de alguém, e da mesma forma participamos da melhor ou pior forma para o desenvolver social dessa pessoa.

Todos os dias lidamos com Outro diferente de nós, com outra nacionalidade, outra cor, outros gostos, outras culturas, e quantos de nós não tirou proveito disso? Saber um costume, uma palavra, saber algo novo assim como ensinar. Penso que muitos já ensinaram a um estrangeiro a dizer, "Olá", "Obrigada" e Adeus" pequenas palavras que nos persegue todos os dias, e assim também, querer aprender a dizer essas mesmas palavras em outras línguas. 

Posso então concluir que o Eu sem o Outro nada é. Por isso agir individualmente pensando num global é a prova de que o Eu e o Outro estão sempre de mãos juntas, seja no Bem ou no Mal.

Márcia Neves 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Sim, Não, Talvez

Quantas vezes se depararam com a indecisão e com a decisão errada?
Pois , a velha frase "pensar duas vezes" será que é posta em uso, ou será que a usam demais?
A nossa vida é cheia de indecisões e decisões, seja na vida pessoal, social e muitas vezes profissional.
Poderá vir de uma má decisão ou indecisão um arrependimento? Sim virá, mas deveremos deixar esse arrependimento tomar conta de nossa vida e nos conduzir a inúmeras receosas indecisões? Não, as más decisões ou indecisões acontecem sempre muitas com um resultado bom outras menos bom, mas em todas aprendemos algo de novo, e acima de tudo a responsabilidade se saber aceitar nossos próprios actos.
Como eu costumo dizer "A vida é feita de lutas, numas ganhas , noutras perdes...mas...em todas aprendes algo novo".

Sim Não Talvez, três pequenas palavras que comandam durante 24 horas o teu dia, três pequenas palavras que serão o motivo de teus actos , que serão a tua responsabilidade tua dor alegria mas sempre a verdade mesmo que da mentira. Será sempre o que decidires ou não decidires.

Não consegues fugir delas por isso aprende a viver com elas, isto é que falta em nós humanos aprender a viver com o Sim, Não Talvez.

Sétimo Selo

Ando eu calada, mas falando muito.
O curso está correndo bem, graças a Deus. Tem sido gratificante e aconselho a todos que tenham a oportunidade de a aproveitar. Em breve colocarei algumas informações.

Bem falemos então do “Sétimo Selo”. Um dos grandes romances do Autor José Rodrigues dos Santos, leva-nos a uma empolgante viagem às maiores ameaças que se erguem à sobrevivência da humanidade por Antárctica, Portugal, Sibéria e Austrália.
Começa com a o partir de Larsen B, uma grande plataforma de gelo, que devido ao aquecimento global racha, tornando-se em vários Iceberg. Entretanto e em Mcmurdo o cientista Howard Dawson é assassinado, em Espanha e com diferença de poucas horas, outro cientista conhecido de Howard também foi vítima de assassinato, levando, à Interpol, pesquisar as recentes mortes. É aqui que entra Tomás Noronha, um conceituado professor de história, perito em línguas antigas, e seu parceiro de equipa Alexander Orlov, detective da Interpol.
Terá então Tomás de decifrar o porque do 666 (número da besta) que era colocado num papel ao lado dos corpos assassinados, terá então a responsabilidade de interpretar, um dos maiores segredos da Bíblia com mais de 1000 anos. Terá então de se confrontar comum dos maiores medos da humanidade “apocalipse”.
Baseado em informação científica actualizada, José Rodrigues dos Santos volta com este emocionante romance aos grandes temas contemporâneos, numa descoberta que poderá abalar a forma como cada um de nós encara o futuro da humanidade e do nosso planeta.

“Eu sou o Primeiro e o Último, o que vive; 
conheci a morte, mas eis-Me aqui vivo pelos séculos dos séculos.
E tenho as chaves da Morte e do Inferno.
Escreve, pois, as coisas que tens visto, as que são e as que hão-de acontecer depois destas.”

Apocalipse, I, 8